sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Colação de Grau - Perfeito demais


Animação, euforia, entusiasmo e outros sentimentos positivos, foram os que dominaram a minha noite de ontem. A princípio eu nem estava tão empolgada, não divulguei muito que seria a realização da minha primeira colação de grau do curso de jornalismo. Achei esquisito fazer duas colações. Onde já se viu?! Mas foi uma dada pela universidade e a outra, que acontecerá no dia 10/02, pela empresa que pagamos e que é responsável pelo baile também (ahh o baile ai ai).

Mas valeu! Valeu muito à pena ter me deslocado, cansada, após uma exaustiva quinta-feira de trabalho até o Espaço das Américas, na Barra Funda para poder reencontrar os meus queridos amigos que comigo dividiram 4 longos anos dessa etapa tão importante da minha história.

Cheguei lá por volta das 18h, na hora marcada, meus pais já estavam no local desde as 16h30, isso porque disseram que não iriam à primeira colação e que era bobagem sair de São Roque para o mesmo evento por duas vezes.

Encontrei minha querida e grande amiga, ou melhor, minha irmã de coração Ivy Garcia no metrô Paraíso e seguimos juntas para lá. Foi muito emocionante poder reunir as pessoas que eu amo no mesmo local, e o mais lindo de tudo, essas pessoas estavam unidas por um só motivo, me fazer e me ver feliz!

As cinco poderosas (www.5poderosas.blogspot.com) reuniram suas famílias e amigos e apresentaram suas mães, este, sem dúvida, foi o momento mais esperado dos nossos 4 anos de amizade, poder colocar frente a frente as responsáveis pela vida dessas amigas tão unidas e que tanto se amam.

Minha querida e antiga amiga, que eu tanto amo também, Yoni compareceu, ela que sempre está em todos os momentos importantes da minha vida, carimbou sua participação com o seu jeito todo peculiar e irreverente de ser, ao lado dos meus pais na primeira fila da platéia aplaudindo de pé a minha vitória, coisa de irmã querida, sabe?

A Fernanda trouxe o seu carinho lá de São Roque e, com muito amor, relembrou que essa minha conquista tem o seu dedinho e de suas aulas particulares de química que recebia, com a maior dificuldade do mundo para aprender no primeiro colegial, no Anglo de SR. Posso até ter me aproximado dela por causa do Gustavo, uma paixão antiga, mas o meu sentimento por ele se transformou em amizade no ano passado, exatamente dez anos depois que tudo começou e minha amizade com a Fê cresceu absurdamente.

O Fábio Laudonio também foi me ver nesse dia importante, ele que também é FOCA me filmou calado e só hoje (22/01), por e-mail ao receber os vídeos da solenidade, fiquei sabendo que ele levou o seu carinho e energia para me dar, deveria ter vindo me dar um beijo pessoalomente.

Outros que estiveram presentes na colação I foram o Reginaldo e o Rogério. Não! Eles não são mais uma duplinha sertaneja da moda que toca no Vila às quartas-feiras. Eles são uma dupla sim, mas uma dupla de amigos incríveis que está ganhando cada vez mais espaço dentro desse "barraco de zinco" que é o meu coração! Cada um à sua maneira, claro, o Regis com seu jeito todo confiável, parceiro e impressionante de amizade que eu tanto preciso. E o Rô, o mais lindo dos lindos, com o encanto e pureza, além do olhar sincero e carinho que conquistam cada vez mais a minha vida.

Muito obrigada de coração à família que o meu coração escolheu, aos meus pais também agradeço cada palavra e por ontem terem deixado rolar, sem vergonha, lágrimas com sabor de vitória. Lindos, vocês são o meu troféu e o melhor diploma foi à educação que ganhei dos dois. Piegas ou não: É amor demais, é coisa de Deus!

Quando abracei o Álvaro Bufarah senti a alegria do dever cumprido, um professor amigo e um profissional brilhante, que sorte tivemos, não é mesmo turma?

Com as meninas, como sempre, só risos (friso: risadas sinceras) ontem cada uma despertou em mim um sentimento ou me presenteou com uma lição. A Má me emocionou, a Ivy me divertiu, a Tha me ensinou e a Tati me compreendeu.

A conclusão que tirei da noite de 21 de janeiro de 2010 foi a de que não importa a idade, tanto faz o quão grande seja o ciclo de amigos e jamais importará a quantidade de degraus ou obstáculos que existam na trajetória do seu destino. O que vale mesmo é o que cada ser humano SENTE, como cada pessoa AMA, a maneira que cada um expressa suas vontades e mágico dessa história toda é que são todos SENTINDO de uma forma distinta, da maneira mais confortável ao seu coração.

Vi os olhinhos de amigos (All, Rodrigo, Edemilsom, Robson) e de colegas meus brilharem, cada um com uma intensidade diferente, traduzindo a força de seus próprios sonhos e vi também que a vontade e a determinação são a base de tudo. Ontem vi pessoas experientes se tornarem crianças, também vi jovens de 20 anos realizando sonho de adulto e o melhor, com força de adulto.

A lição que tiro? Como é incrível viver...




E digo mais, é satisfatório ser um excelente ser humano e se relacionar só com pessoas de qualidade e de bem. Obrigada à todos que participaram da minha conquista, que participam da minha vida e obrigada à Deus por me dar força e me presentear com cada uma dessas pessoas.




Eu sou muito feliz e abençoada!







Por Evelyn Jardim

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Mulheres: De Quebra-Galho para Quebra-Tudo


Adolescência, fase das mudanças, descobertas, desejos, alegrias e decepções. Momento em que os sentimentos acontecem como um vulcão em erupção e os hormônios ganham vida e falam por si mesmo. Sabe aquela época do colégio, em que os grupinhos são divididos na hora do “recreio” e designados como a turma dos meninos e a turma das meninas, também conhecidos como clube do Bolinha e clube da LuluZinha?

Como qualquer adolescente eu passei por tudo isso e confesso que apesar da diferença entre os sexos que vêm lá de trás, da infância, eu sinto saudades.

Acontece que não tem nada mais chato do que ficar separado do sexo oposto, isso vai contra uma das principais leis da física onde os opostos se atraem, é nessa hora que entra a questão dos hormônios falando por si mesmo. Desde então eu tentava me enturmar com os meninos, na luta para romper de vez a barreira construída no passado por uma sociedade preconceituosa. Minhas amigas e eu nos aproximávamos cada vez mais deles, a fim de conhecer, conversar e, claro, paquerar, eu sempre gostei de fazer isso, e confesso que ainda gosto!

Com o tempo as diferenças foram desaparecendo, o grupo passava a ser um só e já não mais existiam diferenças entre homens, mulheres e suas capacidades, ao contrário, quando não estávamos todos juntos nos intervalos sentíamos falta, um vazio, se bem que nem tudo eram flores não, sempre existia um moleque “bobão” para fazer a piadinha infame do momento e expondo a sua verdadeira idade mental, aliás, piadinhas infames são o que os homens sabem fazer de melhor com as mulheres, principalmente se forem loiras, e se forem mulheres loiras e responsáveis por fora em algum desses “bobões” então, agüenta a dor de cotovelo!

Um pouco mais tarde entrei para a faculdade e passei a morar com duas amigas em uma república. Foi lá que conheci um rapaz especial, não posso negar ele era lindo, inteligente e gentil. Minha avó foi a primeira a me incentivar a ir fundo na paquera afinal, a sua neta não poderia perder aquele “broto”.

Então, diante de uma campanha feita da mais pura pressão psicológica, especialmente para tentar futuramente casar a moça de família com o “broto bom partido” da universidade, fui afetada sem perceber e comecei a aprender receitas, a costurar, lavar e a fazer coisas de dona de casa mesmo, eu era praticamente um livro ambulante da Sebastiana Quebra - Galho. Que loucura! Loucura porque eu estava hipnotizada pelas crendices da minha avó e alienada pela mais medíocre inconsciência, acreditando veementemente que a mulher nascera para servir o homem, uma perfeita alusão ao conto da carochinha.

Apesar de muita lenda na relação entre homens e mulheres, existem duas verdades, a primeira é que aquele relacionamento não durou nem cinco encontros e a outra é que ainda não encontrei algum homem que merecesse a submissão de uma mulher ou a sua total devoção.

Algumas mães ainda criam suas filhas à sua imagem e semelhança e ensinam o que acreditam ser o valor mais importante em uma família, o respeito. Respeito ao pai, aos irmãos, aos maridos, aos homens, homens e homens, sempre os homens. O que essas mães não sabem é que esse respeito não é mais do que o silêncio da humilhação gritando, do que a voz da subordinação calando e não deixa de ser também a resposta das incertezas que não explica nada.

Vai ver que é por isso tudo que a família vem sendo reconhecida como a instituição falida, falsa, carente e desamparada, por causa da ideologia antiga e machista que, vergonhosamente, em pleno século XXI, é passada por músicas, escolas, igrejas e novelas. No entanto, enquanto não existir uma mudança de paradigma será totalmentente paradoxal acreditar que a mulher, dona de casa, é feliz por ser quem é, por ser a mulher que em sonhos quebra tudo, mas que na vida real apenas quebra galho.



Por Evelyn Jardim

Victor e Leo faz o primeiro show de 2010 em Sampa

A dupla Victor & Leo não é composta apenas por dois irmãos que cantam bem. Além de serem filhos dos mesmos pais e terem ótimas vozes, eles são produtores, compositores, arranjadores e músicos.
Os meninos que vieram de Minas Gerais para o mundo representam a renovação da música sertaneja com um estilo diferente de cantar que mistura folk, pop, romantismo e sertanejo de raiz.

Na noite da última quinta-feira (14), a casa de show Villa Country em São Paulo recebeu a dupla que levou os fãs ao delírio cantando músicas do seu novo CD, Ao vivo e em Cores, e sucessos do CD Ao vivo em Uberlândia. Borboletas foi a canção que abriu a apresentação, com a emoção alcançando a todas as idades, misturando gerações desde jovens até pessoas da terceira idade, todos com as letras na ponta da língua.

Com a casa lotada, a apresentação começou por volta de 1h da manhã. Victor como sempre foi muito simpático e atencioso, falando das duas energias que levam com eles para onde quer que vão, enquanto o seu irmão, Leo, com a mesma simpatia, atenção, carisma e uma pitada de bom humor brincava com o público dizendo que gostaria de tirar a blusa, se referindo ao calor humano presente. Quando a galera gritou: Tira, tira! Ele simplesmente fez charme dizendo que estava gordinho por conta das festas de fim de ano.

Os clássicos, Amigo apaixonado, Vida boa e Fada não poderiam faltar no repertório dos meninos e o público, em uma só voz, mostrou que as letras de Victor são marcantes, inesquecíveis e não podem deixar de ser cantadas nos shows.

Quando cantaram os novos sucessos Estrela Cadente e Lado Errado, novamente a emoção faloJustificaru mais alto. Apesar do ambiente estar lotado, o primeiro show de 2010 da dupla em São Paulo foi um sucesso e como tudo que é bom, acabou rápido, apesar das 2h aproximadas de apresentação.


Por Evelyn Jardim
(Matéria feita para o baixahits do portal vírgula)

Corpos femininos visto por olhos masculinos


Foi fazendo uma leitura informal de Paulo Coelho que tive a percepção do que passa na cabeça do sexo masculino. Muitos homens acham que o peso de uma mulher não é importante, o bom mesmo é nos tocar, nos sentir, nos abraçar e acariciar o nosso corpo. Pra que saber o nosso peso se isso não proporciona nenhuma emoção ou prazer à eles? Só nós, mulheres, encanamos com o número de nossas roupas, os homens não têm a menor idéia da numeração do nosso manequim, a avaliação que fazem é visual, do tipo se temos formas de violão, seios de pêra ou coisas do gênero, mas apenas isso. Eles realmente não se importam com o quanto medimos em centímetros, é apenas uma questão de proporções e não de medidas exatas. Até nós, que somos exigentes e cruéis com nós mesmas, sabemos que as proporções ideais do corpo de uma mulher são curvilíneas.


E porque não dizer curvilíneas e bem femininas? Isso é gostoso. Isso é ser 'mulher brasileira', denominem como preferirem, porque é esse o corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo, digo por experiência própria, é o corpo que chama atenção nas ruas, é o chamado "ter aonde pegar". As magrinhas que desfilam nas passarelas seguem tendências desenhadas por estilistas Gays que odeiam as mulheres, tem pavor do sexo feminino, eles competem com a gente. Suas criações dentro da moda são retas e sem formas, feitas para agredir o nosso corpo, corpo este que eles odeiam por não poder tê-los.

Digam o que quiser, mas não há beleza maior do que o conjunto de nossa feminilidade e doçura, e isso vai além do nosso corpo, da nossa capa. Para aguçarmos nossa feminilidade temos de ser vaidosas e nos cuidar, isso independe de nossa idade. A maquiagem foi inventada para usarmos mesmo. Mulheres, usem a maquiagem! Mas claro, dentro de situações adequadas, apenas usem a maquiagem adequada! Os Homens gostam, às vezes nem percebem, acham que é a beleza natural de nossa pele, mas muitos dizem que de cara lavada já basta a deles, outros não são muito a favor do excesso de pintura mas gloss, rímel e lápis são como próteses, devem estar sempre com a gente. Os cabelos, quanto mais bem tratados e hidratados, melhor. É bom para pegar, cheirar, puxar, fazer carinho, o cabelo tem de estar apresentável sempre, independente de seu tamanho.

As saias foram inventadas para mostrarem nossas pernocas. Por qual razão será que cobrimos as pernas na maioria das vezes com calças longas até chegar ao ponto de sermos confundidas com homens? Crédo, que calor, aquele jeans justo suando e suando. Temos de deixar o complexo, vergonha ou a timidez de lado, afinal assim como uma onda é uma onda no mar em sua forma indo e voltando, as pernas são as pernas, grossas ou finas elas nos sustentam e nos levam para os lugares que desejamos. Se a natureza nos deu estas formas, foi por alguma razão. Os homens gostam assim. Ocultar nossas formas seria como ter o melhor sofá da loja embalado no sótão de casa.

É essa a lei da natureza: aquele que se casa com uma modelo magra que espeta na cama, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila, gostosona e cheia de saúde no dia-a-dia e entre quatro paredes.

Nunca teremos uma referência objetiva do quanto somos mulheres lindas e poderosas, portanto devemos sim agradar, não só a outras mulheres, mas principalmente a nós mesmas e aos homens, nossos parceiros, lindos, companheiros, enfim o sexo oposto. Receber elogios é muito bom, e vindo deles é melhor ainda. Nenhuma mulher vai reconhecer, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda, até concordamos para não parecer despeito, mas sempre deixando claro que a outra poderia ser melhor, a gente sempre acha um defeitinho afinal, se somos cruéis com nós mesmas porque não seríamos com outras mulheres?

Na juventude somos mulheres lindas, mas com 40 anos ou mais, somos verdadeiros pratos quentes, nos chamam de vulcões e feras, sempre tem um meninão atrás de uma cinquentona. Independentemente de nossas idades temos o poder de fazer um homem atravessar o atlântico a nado para nos encontrar, é a arte de dominar e de comandar, é muito mais do que o poder dos hormônios porque com a idade o nosso corpo muda, ele cresce para os lados. Assim como tudo sofre alteração com o tempo as nossas medidas também, na maioria dos casos, aumentam.

Não podemos nem pensar em ficarmos psicóticas para entrar no mesmo vestido ou calça que usávamos aos 18 anos quando tivermos com 45. Entretanto uma mulher de 45 que entre na roupa que usou aos 18 anos, de duas uma, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo. Homens gostam de mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e que sabem controlar sua natural tendência a culpas, ou seja, aquela que quando tem de comer, come com vontade, pois a dieta virá na segunda-feira, mesmo que dure até quinta. E a mesma mulher que come com vontade tem de ter intimidade com o seu parceiro, com vontade, sem pudor ou vergonha. Somos assim, quando temos de comprar algo que gostamos, compramos, quando precisamos economizar, economizamos.

Por menos experiência que eu tenha com mulheres posso afirmar que algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes na barriga, algumas marcas de estrias não nos tiram a beleza, muito menos apagam o brilho de nosso olhar, que por sua vez não envelhece jamais. São as marcas do tempo, assim como as feridas da guerra no corpo do soldado, são os estigmas que testemunham que fizemos algo em nossas vidas. Com ou sem plástica, ficando ou não em SPAs, chorando de rir ou de dor, nós vivemos cada dia uma história, uma emoção, um bife, um batom, um salto alto, uma caloria, e vivemos intensamente, porque mulheres são intensas em tudo.

Nosso corpo, gordinho ou magrinho, é a prova de que Deus existe. Nosso ventre é o sagrado recinto da gestação de todos os homens, nossos seios são a fonte que os alimentam e os fazem dormir.

Segundo o autor Paulo Coelho, responsável por muitas dessas informações que me serviram de referência para traduzir o que o homem vê em nossos corpos, mesmo com estrias, celulite ou marcas de cesarianas, o importante é que o nosso corpo sente prazer e proporciona prazer. Por isso antes de tudo devemos nos cuidar, nos hidratar, nos equilibrar e nos amar, esse é o verdadeiro segredo das formas femininas vistas por homens e feitas por Deus.

Realização de um sonho - divido com vocês

DEDICATÓRIA DO MEU TCC

Esta monografia é dedicada exclusivamente aos meus pais, e grandes amores, Isabel de Almeida Jardim e Jorge Antônio Alves Jardim, a eles serei eternamente agradecida por existir. A minha mãe agradeço por tanta educação, amor e, principalmente, caráter. Ela sempre me ensinou a ser uma pessoa melhor e me passou força em cada palavra, olhar e oração. Nunca largou a minha mão e me mostrou o caminho para seguir sempre nas melhores direções. Ao meu pai por lutar sempre, muitas vezes sem arma, para que eu conseguisse conquistar este sonho, que a partir do momento que eu sonhei, passou a ser o sonho dele também. Ele me ajudou a me tornar uma mulher de dignidade e é o responsável pelo meu coração e por todo amor que cabe dentro dele.
Dedico à minha avó Stellina Matilde Antonia Destro de Almeida por ela ter cuidado de mim durante os quatro anos de faculdade, ter acordado sempre dez minutos mais cedo do que eu para preparar o meu café da manhã, por aturar minhas crises e fazer orações tão importantes que com certeza foram fundamentais para que eu concluísse mais esta etapa e me guardaram e protegeram de todo o mal.
Dedico aos professores Renato Vaisbih e Alexandre Barbosa por tanto carinho e amizade nestes quatro anos, por terem me ensinado, me dado apoio, solidariedade e incentivo. Ao meu professor e amigo Álvaro Bufarah que, sem dúvida, com seu jeito peculiar de ensinar, trouxe lições importantes tanto na vida pessoal quanto profissional.
Aos mestres agradeço por terem aberto a porta do jornalismo em minha vida e despertado minha paixão a profissão.
Dedico ainda aos amigos que fizeram do meu coração um lar e se abrigaram dentro de mim eternamente. Tatiana Lima, Thaís Ernandes, Ivy Garcia e Mayra Holanda, vocês foram o PODEROSO alicerce que construiu o caminho que comecei a seguir dentro da faculdade e terminarei no mercado, me ajudaram a dar o destino certo aos meus sonhos perdidos e confusos.

A vocês, dedico esta obra.


AGRADECIMENTOS

Primeiramente agradeço muito a Deus por me dar saúde e permitir que eu conseguisse terminar esta faculdade depois de tentar por três incansáveis vezes realizar este sonho. Muito obrigada Meu Senhor por me ajudar a suportar todas as dores, transpor os obstáculos, me dar forças para encarar os problemas sorrindo e sem passar por cima ou maltratar ninguém, sem reclamar da vida, assim pude concluir mais esta etapa e encerrar um ciclo importante do qual nunca me esquecerei.
Agradeço especialmente a Thaís Ernandes por ter sido minha guia, uma luz, desde o primeiro dia de aula e feito meu curso melhor com sua amizade pura e sincera e aos outros amigos e integrantes do meu grupo acadêmico Tatiana Lima, Ivy Garcia, Rodrigo de Sousa e Mayra Holanda pela parceria, paciência, companheirismo, amizade, solidariedade, compreensão ao longe destes quatro anos.
Da faculdade agradeço também ao Edemilson Gonzaga, a melhor pessoa que conheci na minha vida que me despertou bondade quando sentia fúria e alegria quando estive melancólica, Edê, apenas o seu olhar me serviu de conforto nos momentos complicados, que foram muitos. Agradeço aos amigos, Edson Garrido por ter sido o melhor chefe que já tive que com sua amizade, valores morais e profissionalismo me fez aprender muito e a Yoni Crocci, a amiga que nunca me abandonou em todos os momentos de minha vida e sempre me deu forças para eu ser jornalista.
Agradeço a todo corpo de professores que enriqueceram a minha vida durante esta formação. Às professoras Ana Maria Ziccardi, Cilene Victor, Rosangela Paulino, Ana Lúcia Tsutsui e Sandra Febbe. Ao professor Fernando Leme, José de Almeida Amaral e especialmente o Rafael Tosi que em apenas seis meses me passou conhecimentos fundamentais para uma vida toda. À minha orientadora e querida Caroline Sotilo, pela paciência, carinho e apoio. Obrigada Carol por acrescentar tanta experiência e carinho a esta monografia.

A todos vocês, os meus mais sinceros agradecimentos