sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Eu voltei, mas é só um desabafo ..


DEPOIS DE ANOS RESOLVI ESCREVER AQUI DE NOVO!

As letras garrafais da primeira linha são para expressar a minha indignação. 

Gente, há aproximadamente 2 meses um cara "X" me adicionou no facebook, tínhamos amigos em comum e ele trabalhava com evento, o nome dele é Carlos Adam, eu prefiro escrever pra caso queiram pesquisar sobre este indivíduo, que nas minhas redes sociais está bloqueado.

Insistentemente, ele vinha me chamando pra sair! Eu não queria e nem podia. Muitas vezes não respondia e nas outras falava que não dava! Mas ele não desistiu. Desta última vez, hoje (02/02), ele me chamou e eu falei apenas a verdade: "Olha, não dá pra sair com você pra nos conhecermos pessoalmente porque, além de eu ter compromisso hoje e amanhã, eu não estou disposta a conhecer pessoas novas, estou tranquila, estou mais introspectiva e não tenho saído com ninguem porque realmente tem sido legal assim, de verdade.

Ele respondeu! Mas usou termos como: "Então ta bom sua puta!", "Sua imbecil!", "Queria sair com você e vc fica fazendo cu doce!", "Mina mentirosa!"... e outras delicadezas mais ... 

Gente! 

O desenrolar da história foi simples, denunciei os perfis dele nas redes sociais e bloqueei o psicótico, foi simples! Eu não coloquei energia nisso, mas é bem chato ver que o ser humano não respeita mais a vontade do outro e não entende que cada um tem seu espaço!

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Eu achava que não teria dúvidas

E logo no título nota-se quanta pretensão existiu no meu passado. Onde já se viu alguém achar que não se terá dúvidas? Isso é ter certeza de absolutamente tudo. E quem tem certeza de tudo nesta vida? Taí mais uma dúvida.

Passei dos trinta anos com tantos questionamentos, algumas certezas  e com pouco entusiasmo perto do que eu esperava, digo de uma maneira geral falando de relações "entre pessoas",  ou seja, de relacionamentos. 

Sempre fui sonhadora (e blá blá blá)... quando eu era criança brincava de casinha e esperava o marido imaginário chegar, falava sozinha, preparava  a comidinha - também imaginária - e segurava a boneca "meu bebe" no colo com cuidado de mãe, eu trocava a roupinha (na época o nome dela era Rafaella e não Betina) e colocava pra mamar de brincadeirinha no meu peito por cima da roupa! Fiz tudo isso, como todas as meninas da década de 80. Eu dizia pras minhas primas e amigas assim: "Quero casar com 20 anos, ter filho aos 21, e viver feliz pra sempre".  Nas minhas contas já era pra eu ter de baixo de minha responsabilidade uma criança de 10 anos! Não! Não daria certo, não me sinto preparada ainda.

Eu estudei, fiz minhas faculdades, adquiri uma profissão e isso estava nos planos também, não da maneira que fui conduzindo as coisas até os dias de hoje, o foco antes era a família, hoje o foco sou eu! 

Bom, segui outros caminhos por vontade de Deus em primeiro lugar e depois vontade própria, não achei o príncipe encantado - ainda!  Ao contrário, eu tive tantos sapos, sapões maldoso, feios, venenosos, letais! Nenhum se transformou, eles se foram, e cada um levou um pouquinho do meu brilho. Eu fiquei descrente, assustada, apagada e com medo.

Mas não tô aqui pra falar da minha solidão, ou independência, como costumo chamar pra justificar a falta de opção de uma cabeça seletiva por conta, única e exclusivamente, da vida. Quando que a gente sabe que é hora de se envolver? Eu não vejo mais a hora certa, não sinto que chegou a hora. Parece que não existe relógio para o amor, essa é minha conclusão. 

Eu tenho encontrado pessoas tão complicadas, reflexo das minhas escolhas, eu sei. São homens que não se entregam, que mentem, que atuam, homens que trazem passados pesados no presente, não se permitem, são homens que são meninos, que tem medo de fazer companhia. Hoje eu entendo o que é "ter preguiça", termo que usamos quando conhecemos alguém novo, eu sinto isso toda vez que conheço um cara diferente, eu não aguento está carga densa e desconfortável. Todos querem a mesma coisa, e mais uma vez: quanta superficialidade!

Claro que não dá pra generalizar, mas é isso que tem acontecido comigo e com a maioria das minhas amigas, no mesmo instante que se conhece uma pessoa, por mais que dê frio na barriga, a gente já sabe que não vai ser "a pessoa", não vai rolar, abre-se a embalagem e o conteúdo, que não é ruim, tem data de validade muito curta, e de repente ele vence, lamentavelmente é perecível.

Esperar uma mensagem, uma curtida de foto, um comentário. É doloroso tudo isso, (tudo que é nada... sim, o tudo que é nada! Afff!) A gente hoje se contenta com muito pouco e nem isso as pessoas tem pra dar. A geração "tinder" é apelativa e cruel, empolga-se com cardápios virtuais para sexo. Por incrível que pareça, não escrevo isto pra ninguém especificamente, escrevo pro universo mesmo! É meu momento de desabafo, protesto contra o fim do contato e do olhar que estão acabando e assim o que tem sobrado são os "nãos", tudo é não! Nada pode, nunca dá, jamais quer, é isso que se nota. Ninguém se encaixa mais com ninguém fora da cama.

Estava conversando com uma amiga em uma  madrugada dessas de "DR" pessoal, e ela falou uma coisa certa: "quando é a pessoa certa, não tem cordas, é sem nó, a gente não se amarra fazendo jogo de não chamar, não ir atrás, de esperar a pessoa procurar no whatsapp, responde-la depois de alguns minutos, quando é a pessoa certa a gente fala o tempo todo de maneira natural, o tempo passa e nem percebemos olhando para o celular com um riso bobo involuntário nos lábios". 

Realmente, eu não nasci em uma competição, quero andar ao lado do meu parceiro, quero que ele me incentive. Busco reciprocidade e naturalidade. Eu procuro quando eu quero, eu respondo sempre porque tenho educação, muitas vezes parece até que estou dando trela, mas não! É pura educação, porque quando eu quero, EU QUERO! Eu esmurro um faqueiro inteiro com as pontas pra cima, eu me jogo, caio de peito aberto, até me cansar, não tenho medo do sangue, e aí uma lâmpada se apaga. Dói, eu choro, eu odeio perder o que nem consegui conquistar, me sinto incapaz, mas passa e eu não desisto. Essa intensidade minha me atrapalha, me desequilibra. Por isso que toda vez que eu vou fervendo, eu volto gelada.

Há um tempo eu conheci uma pessoa, ele não tinha nada pra me oferecer, que bom, porque mesmo assim ele tinha tudo. Sua essência simples, humildade e outros adjetivos que só cabiam a ele. Mas a pessoa que eu descrevi agora foi eu mesma que criei, idealizei este ser humano em mim, nem sei quem é ele, não conheci nestes dois anos. Quando me perguntam porque não ficamos juntos, da boca pra fora justifico sempre que não deu certo por causa do tempo, distância, diferenças. SÓ QUE NÃO!! Meu coração sabe que não há tempo longo demais, nem distância tão enorme que atrapalhe a pré disposição de duas pessoas que se gostam de ficarem juntas, o que atrapalha é o "querer" ser diferente, um quer se envolver, casar e ter filhos... O outro quer sexo, carinho e exclusividade por momentos e sem rótulo de compromisso.

Hoje eu aceito tudo isso e entendo porque sei que a vida é assim, como o tal trem cheio de passageiros que sobem e descem em cada estação. Acontece que tem subido gente inquieta demais neste vagão, pessoas que nem sentam direito ao meu lado e já descem, e quando senta e quer ficar ocupa um espaço enorme e me sufoca, incomoda porque vem com bagagem demais ... ah, não quero isso, eu quero viver, quero ter histórias, quero ter momentos com alguém que me queira mas que me respeite porque eu sou complicada.

Acredito que as pessoas se conheçam cada vez menos e enjoe muito mais rápido de tanta superficialidade, um do outro, tudo isso por causa do jogo que somos obrigados a fazer. Os tanto recursos tecnológicos pra facilitar estes relacionamentos, acabam nos tornando distantes uns dos outros e quando nos damos conta, não sabemos mais nem o que queremos.

Hoje, sozinha, se eu tiver que me apagar com alguns sapos por aí, tudo bem, inconscientemente eu, assim como a menina dos anos 80 que brincava de casinha, procuro um príncipe sim! O importante é que na arte do encontro com tantos desencontros que é a vida, vez ou outra sobem ao trem e se sentam do nosso lado, mesmo que rapidinho, sapos bonzinho que podem ser transformados e que chegam com responsabilidades pequenas, passam nem que seja para pelo menos acertar o relógio da cozinha e proporcionar algumas risadas. 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Je suis Charlie


Ontem aconteceu um fato terrível para o mundo na França, tragédia, execução, MAIS UM ATAQUE TERRORISTA QUE VAI ENTRAR PARA HISTÓRIA, lamentável, 07/01/2015.
Não me manifestei porque estava mesmo bem chateada, digerindo tudo isso, me colocando no lugar, poxa... 10 jornalistas - colegas de profissão - e dois policiais (responsáveis pela segurança do local), mortos a sangue frio.
Ah, que crueldade sofreu a sede do Charlie Hebdo. Fico me colocando no lugar das famílias que viram cada um deles amarem em vida o que faziam e morrerem amando, diante do ódio alheio, sim, ÓDIO! Me coloco também no lugar deles, as vítimas. Imagina você sair de casa feliz, começo de ano, novos planos, projetos, ir trabalhar fazendo o que mais gosta, saber que muitas pessoas apreciam o seu trabalho e se apoiam no que faz, acreditam e confiam no que você diz / desenha ... e de repente, friamente "A punição", acabam com seu sonho, tiram sua vida, esfriam seu sangue, interrompem suas ideias.
Pra mim este acontecimento é antes de mais nada, uma facada nas costas do islão e das comunidades árabes e muçulmanas que vivem na Europa. e que, de verdade continuo a acreditar, não podem ser confundidas com este bando de assassinos dementes que não mereciam ter lugar entre os vivos.
Infelizmente, o número de pessoas que vivem para sacrificarem suas almas tirando vidas de outras pessoas gratuitamente, em nome de um "fundamento" tão sem fundamento tem crescido e circulado com impunidade. Além disso, estes indivíduos asquerosos andam cada vez mais bem armado, é guerra mesmo, o preparo é impressionante. Os terroristas que invadiram o Charlie Hebdo correspondiam exatamente a este perfil usavam materiais que não permitem erros, e como outros por aí deixaram clara suas veias suicidas.
Sei lá, um fim apocalíptico impregnado de ódio e de sangue através da manipulação da religião! Pra que? Tanta frieza nos movimentos com que abordaram um edifício totalmente vigiado pela polícia, pessoas trabalhavam em paz, assim como eu, assim como você.
A religião, independente de qual seja ela, é pra gerar amor, paz, cura, unir povos, trazer o bem. Eu ainda acredito e tenho fé. Algumas vozes se calaram, alguns lápis tiveram suas pontinhas quebradas e não poderão mais trabalhar, sinto muito, e sinto ainda mais em saber que vem coisas muito piores pela frente, Deus nos proteja!
Je suis Charlie.
Profundamente triste

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Para "A" de Amor ... só que não é amor!



Não é amor! Não é! E há muito tempo que eu não sei o que é! Vou explicar pra todos mais ou menos o que é, mas só me importa que você entenda: o fato é que eu não apareci pra te dar carona as pressas. Eu vou com você pra qualquer lugar especial, independente de estar ao seu lado, vou porque te levo no coração!

Meus pés nem estão cansados, sabe? Nem minhas costas doem...  Por mim, pelo teu sorriso desenhado, pelo seu jeito simples e tímido... e por teus olhos de menino... Por tudo isso eu caminho eternamente se for possível! Só que não é amor!!! Tudo isso mesmo com meu coração já cheio de planos e sonhos inacabados de outras pessoas. Coisas do passado, mas tão do passado, que nem encontro mais aqui dentro de mim... Não quero que com você seja assim também, não quero não te encontrar aqui dentro um dia!

Ah, e enquanto eu dou uma risada barulhenta, escandalosa e ofegante, com esse meu jeito meio doidinha,  você ainda segura o riso atrás das mãos. (É culpa desse nosso jeito tão oposto, a gente é diferente!) Enquanto eu corro e mergulho de cabeça no mar, você ainda entra na água preocupado, querendo ir somente onde dá pé, todo cauteloso. Mas, por enquanto, eu ainda gosto desta aventura de não ter controle. Eu só não sei o que faço agora que estou me afogando, entende? E embora digam que eu seja um típico mulherão, linda, independente e forte... Me vejo  pequenininha, estranha, frágil, atrapalhada, feia e sem jeito nas ondas fortes do seu caminho. Preciso de uma mão para me segurar. Me dá a sua ? Deixa eu segurar em você pra sempre? Vamos tentar? Só tô pedindo para tentar... e só! Prometo não te amar...

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Falando de mim e falando da falta de você, e um pouco de você

 
 
Uma conclusão da minha vida nos últimos meses, o começo dos últimos meses foram suportáveis, mas o fim... o fim foi literalmente o fim!
 
Não tenho passado por dias felizes, nem estou em um dos momentos mais fáceis da minha vida e o meu reflexo é me isolar, ficar quieta no cantinho com algumas aparições para respirar (o necessário pra não sufocar). Ainda não cheguei ao extremo de ficar presa no quarto só mexendo no celular, ainda tolero saídas tranquilas com as minhas amigas, aquelas que são irmãs.
 
Só as muito próximas me entendem e sabem o que estou de fato passando, minha mãe me entende. Chegar aos 30 anos com o mínimo de vontade de continuar não é o que eu tinha planejado pra mim, ficar do trabalho pra casa e da casa pro trabalho, agora com passadas diárias na academia e no centro é o máximo que o meu corpo tem pedido ultimamente, e já é muito. Preguiça demais de socializar, ter de me entrosar, rir pra manter a regra de sempre ser simpática, disfarçar a vontade incessante de ir embora sem destino final, apenas ir. 
 
Ando sem ânimo até para redes sociais, só queria deitar, fechar os olhos, relaxar  e esperar o mar ficar mais calmo. Infelizmente não tenho como me permitir isso, seria me dar o luxo de pausar a vida, seria muito bom na verdade. Mas tudo bem. Toda esta evolução tão inferior e primitiva é parte de um processo muito interno, que eu nem estaria escrevendo esse texto se não fosse você no meio do caminho.
 
Sim, você! Já falei demais de mim e agora vou falar de você, você que tira meu sono, me rouba os pensamentos como se eu já não tivesse o domínio de minha própria cabeça. Você que não é pedra, então foge imediatamente do perfil que eu costumo encontrar, não tem ausência de caráter, não tem nada que me faça te achar qualquer coisa que não seja INCRÍVEL! Você que eu já nem sei mais se sabe que eu existo, saber deve saber, mas não se importa.  Você faz com que eu queira me isolar a dois e faz com que eu pense que as coisas nem andam tão ruins assim.
 
Ai os meus sonhos, e como eu sonho, como eu preciso de uma maneira de bloquear os flashes da sua mão esquecida na minha coxa ou as lembranças em câmera lenta da sua risada gostosa e seu sotaque arrastado, suas gírias simplórias e sua forma de gostar tão nobremente infantil e lúdica. Sinceramente ter tanta saudades de algo tão recém nascido que praticamente já morreu me assusta, e esse praticamente morto é como um tipo de aborto, algo que se foi sem querer e prematuramente.
 
Tantas vezes ouço sirenes soando e vejo uma faixa amarela em volta, (alerta! perigo! atenção!)  sem saber se esta faixa anuncia salvação ou perdição. E na realidade eu não quero saber, de verdade, eu tenho medo. Sei que como estou falando de você posso dizer que este misto de coisas é bom e isso me basta. Não é assim? Tô quietinha, sem complicar, sem esperar rótulos (coisa que tanto fiz e hoje só espero chances), sem me desesperar calculando o fim (mas me desesperando calculando a saudades), um fim tão obvio para as pessoas que chega a ser nada, e é engraçado que nada envolvendo você é óbvio pra mim. 
 
Já que involuntariamente voltei a falar de mim, para terminar a conclusão de tudo que se refere a você hoje, é que todo e qualquer alarme é sufocado, abafado pelos suspiros de paz a cada mensagem que imagino, as mensagens que tanto sinto falta, simplesmente as mensagens! Ah, e eu aceito a condição do risco, por todos esses sorrisos impossíveis que você arrancava de mim. Sorrisos do meu coração.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Nem SANTA, nem PUTA!


Sexo...Ah o sexo! Hum, é ótimo, uma delícia! Não é?  Eu defino como uma troca de energia forte em que você escolhe a pessoa para te dar prazer e receber de você as melhores loucuras que só vocês dois e as quatro paredes podem testemunhar. Eu não sou adepta a orgias, amo uma safadeza, mas orgia não gosto não. Egoísta ao extremo... sim, eu sou! Acho que se for pra transar não rola mais de dois, só ele, eu e os nossos barulhos mais íntimos.

Não gosto de transar com qualquer um no calor do primeiro encontro. Não acho legal, mas longe de mim ser puritana, já fiz isso, claro, e não me arrependo, mas é tão artificial... A pessoa passa e o momento fica. Você não sabe do que a pessoa que está com você gosta, eu, particularmente fico o tempo todo pensando "ai, e se ele apertar meus pneus?... e se eu gemer e ele me achar escandalosa?... e se eu ficar quietinha e ele me achar frígida? " Ai que bosta, é muito "e se..."! Eu não preciso disso, definitivamente! Pra mim essa é uma hora de diversão, vale tudo, tudo mesmo! Não é legal você se dar ao máximo pra alguem que você não tem um pingo de afinidade, não sabe de onde a pessoa veio, se toma banho, se é um pervertido. Crédo! NÃOOOOOO!

Uma relação sexual é fundamental pra vida, é bom ter a vida sexual ativa, literalmente faz bem pra pele (rs)...E aquele calor? NOSSA! Dá calor ao mesmo tempo em que a mão fica gelada, a boca seca ao mesmo tempo em que a gente transpira ... tudo é muito louco nas preliminares; a forma de olhar; de se comunicar com "o escolhido".

Eu fico muito brava quando estou na cama com um cara e ele não sabe com quem está transando (só pode ser um retardado e estar te confundindo). Começa a jogar frases soltas como se eu fosse uma biscate. Ah, frases do tipo "você dá pra muitos, né?" (não queridinho... eu dou só pra todos os seus amigos, irmão e pra torcida do corinthians! Babaca, cretino, imbecil - É ÓBVIO QUE NÃO DOU! Primeiro, que eu não dou! Eu faço sexo, transo, e dependendo do histórico do indivíduo na minha vida eu FAÇO AMOR mesmo!). Outra pergunta que me arrepia é: "Você gosta de sexo a três?" Oi??? (meu... vai pra puta que pariu! Tá achando que eu sou o que?? A Rita Cadilac ou a biscate que você 'comeu' ontem? É sério! Como eu já disse aqui nesse texto antes, sexo é intimidade, é pra dois e apesar de eu ter um bumbum e uma perereca, eu não vou usar os dois de uma vez só, ok? Que merda!!!)

O beijo na boca


Fundamental! Pra começar a esquentar o negócio é fundamental vai! Não precisa ficar me lambendo, com a linguona na minha boca o tempo todo, mas "um carinho as vezes cai bem" (já dizia o Peninha). Ah, é gostoso beijar, morder, lamber, trabalhar! Ah e da boca estender os beijinhos para o corpo todo. Dá mais vontade de continuar. De ir pra cama, tem coisa melhor?

A "pegada" é importante, tem que conhecer o corpo do outro, viajar, passear! Não sei porque tem gente que chega, arreganha a perna da parceira, da uma encaixada e pronto! Nossa, como ele é fodão! O cara não sabe nada. E cada dia mais encontram-se caras assim! Experiência propria. Na época da minha primeira faculdade eu saí com um cara fodão! Forte, gostoso, "o cara" ... que bosta! Não sabia nada de nada. Por isso que eu falo, esses caras com fama de comedores são egoístas e totalmente de mentirinha, é lenda, propaganda enganosa, eles fazem com a gente o que fariam com a mãozinha deles em qualquer lugar. Conclusão: esses comedores são uó!

Então, a química tem que ter. Pra não acabar, o fogo é fundamental. Por isso que eu falo, não sou SANTA! Ah, não dá pra negar, eu gosto de sexo e não gosto pouco. Rapidinhas são "ok" mas várias demoradinhas em uma noite que acaba passando rapidinho é melhor ainda. Tem coisas na vida que não cansam, em compensação existem homens que cansam (ou se cansam ou nos cansam deles)! Vale tudo sim, palavras, gestos, apertões! Cada um tem o seu limite, vale também respeitar o limite do outro. O bom mesmo é ter sintonia e deixar rolar, fazendo com que o momento seja mais do que especial!

sábado, 29 de setembro de 2012

Eu admito, me enlouqueço por você




O título desse texto é uma frase que está em uma música do cantor Cristiano Araújo, tietagem a parte, eu amo essa música (sim, e o cantor também). Me apego, sempre gostei da letra toda, mas hoje eu gosto especialmente porque meio que vivo isso, essa letra está acontecendo e eu dei conta disso agora.

A gente não escolhe por quem se apaixona, as coisas acontecem e cabe a nós aceitarmos, ou não! Mesmo que a pessoa não te conheça direito, tenha em mente que você é uma coisa que você não é. A falta de carinho é apenas um detalhe (sim, um detalhe irritante, mas um detalhe que não define caráter), cada um é de um jeito, isso tenho comigo desde que nasci, aprendi na educação que tive que cada um é cada um. Não espero nada de ninguém. Minhas ações sou eu que controlo como consigo, às vezes meio impulsivamente, às vezes com a paciência de um monge, depende do meu objetivo.

Existem pessoas que fazem dos nossos momentos os mais especiais, que desencadeiam na gente sentimentos antagônicos de raiva e amor ao mesmo tempo, de alegria e tristeza, de dor e bem estar. Impossível controlar, mas isso é amor. Independente do que cada um leva no coração, ninguém é obrigado a amar a outra pessoa com a mesma força. O respeito sim é necessário. Falar de outras pessoas, provocar ciúmes, ofender, humilhar, essas são coisas desnecessárias que apagam aos pouquinhos aquela chama que ilumina o futuro, não que o presente seja para o futuro, mas o futuro como um todo, os traumas que poderiam ser evitados, tudo por conta do respeito. Evitar algumas coisas não nos custa nada.

Muitas vezes a pessoa que faz o seu momento marcante, gostoso e vital, faz com que você queira esquecer que viveu aquilo também. Isso pode ser evitado, basta a gente tentar não pisar na pessoa que ama a gente, o fato de alguem estar entregue à você de corpo e alma (coração eu nem cito porque se alguem me tem de corpo e alma, automaticamente meu coração está lá) não significa que essa pessoa mereça ouvir que você tem alguem ou que ela tenha outras pessoas também.

Se parássemos de julgar, de imaginar coisas ruins, negativas e começássemos a ponderar o que nos faz realmente feliz, independente do que vão falar, seria tudo muito melhor. E isso sabendo que fulano não é igual a ciclano, e não é porque uma vagabunda ou uma babaca te fez de imbecil, te usando, te traindo que todos farão a mesma coisa.

É isso! Sei que estou vivendo um dia de cada vez, não espero nada de ninguém, espero de mim e dos momentos que eu me proporciono, não estou disposta a me vulgarizar, comigo quem dorme, dorme sozinho! Não sou de viver algo hoje com uma pessoa e amanhã fazer o chamado revesamento. Eu me divirto com cada situação, e essas podem ser diversas, mas tendo como ponto primordial que será com quem eu quero comigo.